Rio 2016: exposição e abertura dos jogos

No meio de tantos bichinhos, coisas fofinhas e cultura pop rolando solta, há uma parte de mim que vira e mexe precisa parar para respirar um pouquinho de esporte, simplesmente porque me encanto demais com toda a representação e emoção que são envolvidas nisso. Assim, em meio ao planejamento desse blog – que tá indo bem devagarzinho – e a minha tentativa constante de acompanhar tudo que eu quero (incluindo nisso alguns esportes) pensei em escrever algo sobre a olimpíada deste ano. E ainda que eu não tenha conseguido postar isso antes, aqui está: atrasado, mas veio!

A tocha olímpica passou pela minha cidade na terça-feira da semana retrasada. Não fui acompanhar esse momento porque não tive vontade mesmo (ela passou bem próxima à minha casa, pude ver o tumulto de longe e preferi não me arriscar). Logo depois desse acontecimento, não sei exatamente quando, o tal do Museu Itinerante das Olimpíadas também chegou aqui, pertinho de mim, só esperando pela visita de quem estivesse interessado. Acontece que só vi realmente do que se tratava aquilo no sábado, e a exposição ia embora no domingo. E acontece também que nesses dois dias eu não parei em casa, e não tive tempo de ir lá ver tudo. Só vi o caminhão ligando e partindo mesmo, no momento exato em que eu chegava, já no fim do dia.

A exposição se chama “Se Prepara Brasil: O Caminho do Esporte até o Rio de Janeiro” e conta com diversos itens históricos, mesas interativas cheias de informações e peças dos Comitês Olímpicos Internacional, Brasileiro e dos Jogos Rio 2016. Meu amigo Giovanni visitou o museu e me enviou algumas fotos para postar aqui, que vocês podem ver abaixo.

 Agora, na última sexta-feira, aconteceu a abertura dos Jogos de 2016. E que abertura (!!!!!!), diga-se de passagem. Acompanhei maravilhada toda a festa bonita que o Rio sediou, comentei tudo no twitter e não podia deixar de comentar aqui também.

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Mesmo com o baixo orçamento foi tudo muito bem pensado, e como bem sabemos que menos é mais, tudo ficou lindo. Toda a simplicidade deu um charme a mais, desde o hino até a bicicletinha colorida que anunciava o próximo país que ia entrar.

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Gisele sendo toda maravilhosa ao som de Daniel Jobim, neto do Tom

E não tenho o que reclamar sobre Anitta, Gil ou Caetano, inclusive adorei. Acho bem legal essa postura de “exaltar” toda a cultura, independente de ser considerada cult ou não. Até porque não vi nada desrespeitoso ali, cada um tem seu talento e seus fãs e merecem destaque igual, não é mesmo?

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Minha parte favorita!

Fora isso achei linda a atitude de levantarem as questões ambientais, os países plantarem sementinhas e a pira olímpica ser minimalista (e muito mais maravilhosa). Nada deixou a desejar, só elogios mesmo.

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O time lindinho de refugiados chegando no Maracanã  <3. (Foto: REUTERS/Kai Pfaffenbach)

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Abel Gomes (diretor geral), Andrucha Waddington, Daniela Thomas, Fernando Meirelles (diretores criativos), Deborah Colker (diretora de movimento) e os demais envolvidos capricharam! Fora que a cerimônia de abertura vai deixar um legado bem legal, que é a Floresta dos Atletas – uma área com mais de dez mil mudas plantadas pelos próprios atletas antes de entrarem com as delegações.

E você, gosta das olimpíadas? Que modalidade vai assistir? E qual foi seu momento favorito da cerimônia de abertura? Conta pra mim nos comentários!

Adriana S. 🏅

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4 comentários sobre “Rio 2016: exposição e abertura dos jogos

  1. Andreza disse:

    Também gostei da abertura, apesar de ter visto bemmm pouco!!!!
    Dos jogos eu gosto da Esgrima… E salto com vara, que é o esporte que eu gostaria de fazer e ir para a Olimpíada!!!!!

    Beeeijo!

  2. Nicas disse:

    Eu acho que a gente mandou muito bem na abertura (mas não tão bem na divulgação dessa exposição, é a primeira vez que ouço dela). A gente soube usar bem nossos pontos fortes e fez uma festa com o som de verdade do Brasil (ninguém quis cortar ou desmerecer o funk, por exemplo). Sou que nem você, de não valorizar apenas o que é cult.

    • Adriana S. disse:

      Eu também não teria ouvido falar se ela não tivesse passado por aqui! Inclusive gente da minha própria cidade não ficou sabendo dessa exposição.
      E realmente a abertura soube usar bem nossos pontos fortes e sem discriminações, né!

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